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Economia e sociedade no Alentejo quinhentista através de um tombo da Misericórdia de Montemor-o-Novo


O artigo procura caraterizar a economia, a sociedade e a mentalidade predominantes numa parte do Alentejo quinhentista, com base no tombo da Misericórdia de Montemor-o-Novo iniciado em 1560, em que foram registados os bens da instituição, assim como as obrigações espirituais que a propriedade dos mesmos implicava.

Carlos Carpetudo