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A iconografia religiosa do Convento da Saudação de Montemor-o-Novo

A iconografia religiosa do Convento da Saudação de Montemor-o-Novo

Resumo: O Convento de Nossa Senhora da Saudação de Montemor-o-Novo é um local que preserva várias memórias da sua utilização ao longo dos séculos. A iconografia deste local demonstra-nos a vivência conventual do século XV ao século XIX e a devoção da Ordem Dominicana feminina. Após vários estudos realizados à volta deste edifício, a iconografia não tinha ainda sido analisada e descrita. Este artigo contribui assim para mais um avanço analítico e científico em torno da iconografia presente neste espaço conventual.

 

Abstract: The Convent of Nossa Senhora da Saudação in Montemor-o-Novo is a place that preserves several memories of its use over the centuries. The iconography of this place demonstrates the convent experience from the 15th to the 19th century and the devotion of the female Dominican Order. After several studies carried out around this building, the iconography had not yet been analyzed and described. This article thus contributes to yet another analytical and scientific advance around the iconography present in this convent space.





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Convidamos todos os investigadores que estudem o património montemorense a utilizar este espaço para a divulgação dos seus trabalhos. Mais informações através de: geral@montemorbase.com


Coroa, Igreja e Superstição em Montemor-o-Novo (1512-1513)

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O tema do artigo é a ocorrência de manifestações heterodoxas em Montemor-o-Novo, em 1512, nas quais algumas pessoas foram atacadas por tremuras, dizendo-se mensageiras de Deus para a cura de doenças. Esse fenómeno atraiu uma grande multidão à vila e levou à intervenção do juiz de fora, do rei D. Manuel I e do bispo de Évora D. Afonso de Portugal. Este último, em consequência desses factos, colocou a população sob interdito, o que, por sua vez, agravou as relações entre o prelado e a coroa. A fonte em que se baseia contém duas cartas do juiz de fora: uma dirigida ao rei, narrando os acontecimentos, e outra ao secretário de estado, sobre o mesmo assunto, ambas pertencentes ao Corpo Cronológico da Torre do Tombo, que já tinham sido publicadas, em 1908, por Pedro d’Azevedo. O objetivo deste trabalho é um melhor enquadramento histórico desses sucessos, assim como tentar interpretar tais fenómenos à luz da ciência contemporânea. O texto é complementado com a transcrição das duas fontes atrás referidas.


Almansor | Revista de Cultura n.º 3 | 3.ª série

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O número 3 da 3.ª série da revista Almansor é composto por 6 artigos com temas variados.


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O número 2 da 3ª série da revista Almansor tem 6 artigos, 3 deles integrados num caderno temático dedicado à Ermida de S. Pedro da Ribeira e ao importante conjunto de frescos que possui, onde se destaca o painel de S. Pedro da primeira metade do século XVI. Os restantes três artigos são sobre temas diversos.


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O número inaugural da terceira série da Revista Almansor conta com um caderno temático com dois artigos sobre a Gruta do Escoural e com quatro artigos com temas diversos.


Cerâmica quinhentista do Mosteiro de Sto. António de Lisboa, em Montemor-o-Novo: uma nova abordagem

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Em completo estado de ruína em meados do século XX, o mosteiro de Santo António de Lisboa em Montemor-o-Novo escondia nas suas abóbadas, antes da sua reconstrução arquitectónica, uma colecção de olaria ímpar no panorama nacional do século XVI. Pela sua especificidade e quantidade, esta colecção do Museu de Arqueologia de Montemor-o-Novo é um exemplo único para a compreensão do seu contexto histórico, não só pela representatividade das peças enquanto objectos utilitários mas também pela sua reutilização enquanto elemento de construção arquitectónica. Durante a década de 70, esta colecção seria alvo de um profundo estudo por Margarida Ribeiro que lhe garantiria também a sua salvaguarda e preservação. Graças aos meios tecnológicos hoje disponíveis e ao avanço do método em arqueologia, acreditamos ser possível aprofundar ainda mais o conhecimento público acerca deste espólio quinhentista fundamental para o estudo da época.